Friday, November 10, 2006


escrevo o poema enquanto penso agora
por que não um soneto panegírico
desta hora de que abdico e não repete
nunca mais nevermore é para sempre

que só resta a saudade portuguesa
e tal que concerteza universal
será mournful e neverending era
um corvo que grasnava deixa lá

já nem o vês passou está só ali
ainda e não obstante o ruge ruge
gingando a esconso metro a sua asa

e escarnecendo à pala da poesia
senão mesmo do mundo vai por mim
que por um triz a treta engrupia.

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