
Nesta última semana, ocuparam-me os rios, como este e este.
Sempre me achei mais do mar, mas talvez mudem as correntes. O rio é o espaço selvagem mas também das pessoas que nos traz ou para quem somos arrastadas. O rio atravessa-se. Não faria sentido nenhum haver um mar do esquecimento ou um mar da morte, ou barqueiros para nos orientarem ou iludirem entre as duas margens. Rio é comércio entre nós. Afinal, foi no último Dezembro que o meu guia, no Vale Sagrado dos Incas, me baptizou no Vilcanota, muito perto do preciso sítio que se vê na imagem.